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Robôs que fazem limpeza e técnicas que permitem consertos sem esvaziar a piscina facilitam a vida no condomínio Quando se trata de tecnologia nem o céu é o limite. Estão aí, ou melhor, lá longe, os satélites, que comprovam essa teoria. A cada dia surgem novos recursos e produtos que facilitam a vida nos mais […]

Robôs que fazem limpeza e técnicas que permitem consertos sem esvaziar a piscina facilitam a vida no condomínio

Quando se trata de tecnologia nem o céu é o limite. Estão aí, ou melhor, lá longe, os satélites, que comprovam essa teoria. A cada dia surgem novos recursos e produtos que facilitam a vida nos mais variados aspectos. O que antigamente não passava de ficção científica nos filmes e desenhos futuristas hoje é pura realidade.

Em meio à imensa gama de aparatos, estão aqueles destinados à manutenção predial. Nessa área, vêm surgindo, entre outras inovações, produtos e serviços que simplificam as operações relacionadas à limpeza e consertos no espaço condominial mais requisitado no verão: a piscina.

Robô independente – A Sibrape tem no seu catálogo seis modelos de robôs que fazem sozinhos a limpeza das piscinas. A escolha do robô ideal varia de acordo com o tamanho da piscina.

Mauro Rafael Alexandre, coordenador de marketing da empresa, destaca dois modelos. O primeiro deles é o Dolphin Diagnostic 3001, que pode ser utilizado em piscinas de até 25 metros e faz a limpeza em 6 horas.

O segundo modelo, e mais recente, é o Robot XT5 SIBRAPE, que realiza a limpeza de piscinas de até 12 metros em três horas.

Alexandre explica que todos os robôs funcionam basicamente da mesma maneira.

“O sistema básico de funcionamento é o mesmo para todos os robôs. Nos primeiros 20 movimentos o robô ‘lê’ a piscina, faz um diagnóstico de seu formato, marcando a posição das paredes. Após esse processo é iniciada a limpeza. O robô sobe a parede e limpa até a linha d’agua. O interessante é que a sujeira fica num filtro dentro do robô. Após a limpeza, basta retirar o filtro e colocá-lo na máquina de lavar.”

Além de efetuar a limpeza da água, o robô tem a capacidade de limpar o rejunte, pois possui cerdas que vão esfregando a piscina e tirando toda a sujeira.

Dispersão uniforme –“Na primeira vez que o robô limpa a piscina essa sujeira não sai por completo, mas depois de dois ou três meses de uso já se nota uma melhora”, descreve o coordenador de marketing.

O equipamento também promove a dispersão uniforme dos produtos químicos, o que gera uma redução no consumo.

Os robôs, de fabricação israelense, começaram a ser revendidos pela Sibrape em janeiro de 2011. De acordo com Alexandre, a procura tem sido grande, especialmente pelo XT-5, muito utilizado na limpeza de piscinas residenciais.

No caso da utilização desse equipamento em condomínios, o profissional cita várias vantagens:

“Os condomínios geralmente possuem um profissional que realiza a manutenção de tudo. Ao limpar a piscina esse profissional levaria cerca de duas a três horas. Com o equipamento ele pode executar outras tarefas enquanto o robô faz limpeza. Outra vantagem é em relação ao tempo de uso da piscina: se o condomínio possui um robô, a limpeza pode ser feita durante a noite. O funcionário deixa o robô fazendo o trabalho e o retira pela manhã.”

Alexandre garante que o equipamento pode ser utilizado por qualquer pessoa, já que basta ligá-lo na tomada e colocá-lo na piscina. O consumo de energia para a operação é de 180 watts.

Reparo Submerso – Outra inovação na área são os reparos submersos. O serviço consiste em fazer consertos de azulejos, infiltrações e vazamentos sem que seja necessário retirar a água da piscina.

Eduardo Ferro, sócio-proprietário da Marina Piscinas, empresa especializada na execução de serviços subaquáticos, explica que a técnica foi criada a partir da necessidade de efetuar os reparos sem ser necessário retirar a água da piscina, já que esse processo provoca intempérie e dilatação.

O sócio e técnico responsável da Techno Water, outra empresa do ramo, Marcelo Miranda Gomes lembra que existem três tipos de estruturas de piscinas: estrutura armada (concreto e azulejos ou pastilhas), fibra e vinil. Cada caso exige um tipo de reparo diferente.

No caso das piscinas de estrutura armada e fibra é utilizado um material à base de epóxi, resina maleável que endurece após 12 ou 24 horas. No caso de piscinas revestidas por vinil, o reparo compreende a realização de um remendo do mesmo material.

Segundo Gomes, a técnica chegou ao Brasil no final da década de 1990 com as empresas de localização de vazamentos norte-americanas.

Ele salienta a importância do diagnóstico para que o serviço possa ser feito de maneira adequada e, ainda, determinar se esse tipo de procedimento pode ser efetuado.

Gomes afirma que há casos em que o reparo submerso não é bom negócio quando, por exemplo, houver problemas em relação à impermeabilização, que geram complicações em vários pontos. Mas em 90% dos casos é possível ser realizado esse tipo de reparo.

Após o conserto, os materiais excedentes são retirados, e a limpeza pode ser feita da maneira usual. O uso da piscina pode ser retomado após a cura do material – de 12 a 24 horas em média – e a limpeza da água.

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