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Iluminação de emergência é um item de segurança imprescindível para quem vive em condomínio O que fazer quando a energia elétrica deixa de funcionar e não há mais luz? A primeira opção, para quem está dentro do apartamento, é procurar no escuro mesmo uma vela ou uma lanterna, mas quando se pensa no condomínio de […]

Iluminação de emergência é um item de segurança imprescindível para quem vive em condomínio

O que fazer quando a energia elétrica deixa de funcionar e não há mais luz? A primeira opção, para quem está dentro do apartamento, é procurar no escuro mesmo uma vela ou uma lanterna, mas quando se pensa no condomínio de forma geral e também em situações críticas em que a luz não pode faltar (como num incêndio, por exemplo), é fundamental que exista iluminação de emergência para garantir a segurança e diminuir os riscos.

Segundo Fabiana Marques, da Dumont Engenharia, a principal função de um sistema do tipo é viabilizar a evacuação segura do local caso haja necessidade. Trata-se, inclusive, de um item obrigatório, de acordo com o Decreto Estadual 56.819/11 (Corpo de Bombeiros) e com a legislação municipal (Código de Obras).

“É o sistema de emergência que garante luz adequada em qualquer situação em que ocorra a necessidade de um atendimento de emergência ou de fuga, como no caso de um princípio de incêndio, por exemplo”, explica.

A iluminação de emergência deve compreender todos os locais e assinalar as diferentes mudanças de direções, obstáculos, saídas ou escadas. Em áreas de risco, é recomendável que seja chamada a atenção com pisca-pisca ou equipamento similar para indicar as possibilidades de saída do local.

Normalmente, pode-se ter um sistema centralizado ou de blocos autônomos, constituídos de aparelhos de iluminação de emergência de um único invólucro, contendo lâmpadas incandescentes, fluorescentes ou similares, fontes de energia com carregador e controles de supervisão.

“Também é necessário sensor de falha na corrente alternada para colocá-lo em funcionamento no caso de falta de energia”, diz Rogério Ramo, da Somar.

Manutenção – Para que um sistema de iluminação de emergência funcione corretamente, o indicado é que se faça um teste semanal de acionamento e, mensalmente, um teste de uso de uma hora, já que este é o período em que a luz de emergência deve funcionar, conforme indica a norma técnica.

“Caso falhe em alguns dos testes, uma empresa especializada deverá ser acionada para os reparos necessários e instruções sobre o funcionamento”, complementa Fabiana Marques. Este teste é fundamental para que, no caso de necessidade, esteja tudo em ordem.

Fique atento

  • A NBR 10898 de 03/2013 especifica as características mínimas para as funções a que se destina o sistema de iluminação de emergência a ser instalado em edificações ou em outras áreas fechadas
  • A norma indica que o sistema não poderá ter autonomia menor do que uma hora de funcionamento, com uma perda maior que 10% de sua luminosidade inicial
  • As baterias utilizadas no sistema de iluminação de emergência devem ser garantidas pelo instalador para uso específico, com uma vida útil de pelo menos quatro anos de uso
  • O condomínio deve pedir auxílio de empresas especializadas tanto para instalação do sistema quanto para tirar eventuais dúvidas, de forma que esteja tudo em pleno funcionamento sempre que houver necessidade

 

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