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Regras de utilização de espaços destinados ao lazer devem ser claras e comunicadas a todos Boa parte dos novos empreendimentos de São Paulo oferecem aos compradores diversas opções de áreas comuns dedicadas ao lazer. Mas além das vantagens e benefícios que esses espaços trazem, vêm com eles diversas questões relacionadas à boa convivência. Entre as […]

Regras de utilização de espaços destinados ao lazer devem ser claras e comunicadas a todos

Boa parte dos novos empreendimentos de São Paulo oferecem aos compradores diversas opções de áreas comuns dedicadas ao lazer. Mas além das vantagens e benefícios que esses espaços trazem, vêm com eles diversas questões relacionadas à boa convivência.

Entre as principais queixas dos condôminos estão o barulho e bagunça. O vice-presidente da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (Aabic) Fábio Kurbhi, diz que muitas vezes as festas ficam mais animadas e as pessoas passam a se comportar como se estivessem no quintal de casa.

As reclamações são mais frequentes quando os eventos são organizados por jovens ou adolescentes. Neste caso, o síndico deve agir. “Por isso, é importante que o regulamento interno tenha regras preestabelecidas para o uso do espaço comum”, afirma Kurbhi.

Mas o cuidado não se restringe apenas nas áreas comuns. O “espaço gourmet”, presente em muitos prédios da cidade, liga a cozinha à varanda e disponibiliza para o morador uma churrasqueira ou até mesmo um forno de pizza. “Em todos os eventos é sempre bom haver limite para o número de convidados, mas neste tipo de caso é essencial”, diz o vice-presidente da Aabic. Segundo ele, a concentração excessiva de pessoas no local pode ser um problema maior que o desconforto auditivo para os vizinhos, já que a laje da varanda foi projetada para suportar um peso específico.

Para evitar brigas e desastres, o melhor aliado é o regulamento interno do condomínio. Kurbhi aconselha as administradoras a orientarem os síndicos e condôminos para não haver dúvidas quanto aos direitos, deveres, obrigações e sanções. “Por exemplo, o regulamento deve prever a suspensão do uso de determinado espaço comum por certo período de tempo. Se não houver esse tipo de sanção no regulamento, a única forma de coibir o uso é por meio de ação judicial, o que representaria perda de tempo e dinheiro para o condomínio”, conclui.

 

Fonte: Portal Nacional de Seguros

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